Nome: Constância Medina.
Idade: 82 anos (mas não diga pra ninguém).
Parentesco: Mãe da Gertrudes, Sogra do Gumercindo, avó do Pafúncio, Da Marinalva e do Dagoberto e bisavó do Tavinho e da Adelaide.
Saúde: Levemente hipocondríaca, engole remédios de todos os tipos, só pra garantir. Pelo menos ela se mantem hidratada, com tantos copos d’água.
Resumo: A nossa querida idosa está sempre procurando erros para consertar. Não pode ver desleixos, serviços mal feitos, relaxamentos ou outros tipos de incoerências que já se manifesta, dizendo aquilo que é mais sábio e correto naquele momento.
Porém, como manda a natureza humana, a primeira reação do interpelado é sempre justificar a sua razão ignorando os alertas recebidos. Quase ninguém aceita ser questionado ou contrariado. E a vovó se passa por velha caduca, intrometida ou aposentada que não tem o que fazer e fica se metendo na vida dos outros. Mal sabem eles da grande oportunidade que estão tendo de corrigir os seus próprios erros com a ajuda obtida da experiência de uma vida inteira vivida pelos mais idosos.
Defeito: Mass, como ninguém é perfeito, nossa sábia heroína gosta de ver novela! Sabe de cor tudo o que se passa e também o que se passou em todas as novelas de todos os canais que já foram transmitidas desde que inventaram a televisão.
Defeito: Mass, como ninguém é perfeito, nossa sábia heroína gosta de ver novela! Sabe de cor tudo o que se passa e também o que se passou em todas as novelas de todos os canais que já foram transmitidas desde que inventaram a televisão.
Imprevistos: A anciã conselheira da família Antunes passa por maus bocados em duas situações. Uma: quando esgota a pilha do aparelho de surdez e ela não percebe, passa a interpretar errado o que os outros estão lhe dizendo, causando pequenas confusões.
Outra: quando termina o seu comprimido para a memória e ela começa a ter uns apagões, não se lembrando mais de coisa alguma. Uma vez ela colocou sal no feijão quinze vezes, por não lembrar que já havia colocado.








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