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Marcos Eugênio Welter - cadeira nº 02 da Academia de Letras do Brasil - seccional de Brusque.


Cadeira 2 - Marcos Eugênio Welter.

Patrono: Affonso Eugênio Welter.

Tornou-se imortal em: 12/10/2013.



 

Palácio Real da Suécia

Autor: Marcos Eugênio Welter (Cadeira nº 2)


(Vindo da Noruega, onde Marlon, Maicon e Rodrigo participaram do Campeonato Mundial de Bicicross representando o Brasil.)

No outro dia, tomamos outro trem até Estocolmo, onde os três atletas vestiriam a camisa do Brasil, e nos dirigimos ao Palácio, que fica numa ilha e tem 550 quartos.
Nosso guia nos mostrou, inicialmente, uma sala em que havia os bustos dos que já foram reis ou rainhas da Suécia, depois outra sala onde estava montado o quarto da ex-Rainha: uma cama enorme, com um avancê por sobre a cama, almofadas enormes cor de cenoura, tudo muito convidativo. Noutra sala havia uma cadeira de cada século, era extraordinário.
Seguimos para uma sala onde estavam pintadas na parede as batalhas que a Suécia já teve. Era assim: no alto, o nome da batalha, depois o nome do comandante, em seguida a formação do seu exército, do outro lado a fortificação inimiga. Quando cheguei à quinta batalha, estava escrito Comandante Jöns Hansson. Eu me arrepiei, era o nome do meu bisavô. Naquele momento, eu me transformei em luz, meu corpo não existia, eu era pura energia, algo que eu nunca havia sentido na vida. Por via das dúvidas, tirei do bolso a cópia da carta que eu havia escrito para a Sua Alteza Real e vi que, de fato, o nome estava certo, aquele general era o meu bisavô. O guia do Palácio que nos acompanhava, falou:
- Sr. Welter, até eu estou emocionado, imagino o senhor.
Quando retornamos ao Brasil, meus filhos Maicon, Marlon e Rodrigo fizeram questão de estar juntos quando fomos visitar minha Avó, Maria Elfrieda Hansson Schubert que, carinhosamente, chamamos de Omi, aquela que é filha da cozinheira do Palácio Real e do Comandante do Exército da Suécia, e contar as maravilhas que havíamos visto em Estocolmo. A saudosa Omi, que hoje se viva estivesse, estaria com 110 anos, estava com suas longas tranças brancas, seus olhos muito azuis marejados de saudade e felicidade, abraçada pelos seus bisnetos, apreciando as fotos do magnífico lugar em que seus pais haviam vivido.
Tudo isso ocorreu, porque há cerca de uma ano, na praia, quando todos estavam entretidos com jogos e brincadeiras, eu havia ficado abraçado com minha querida Omi e perguntado dados de seus ancestrais.

Marcos Eugênio Welter é membro fundador e ocupa a cadeira de número 2 da Academia de Letras do Brasil secção de Brusque, desde 12/10/13.

Nasceu em Joinville SC no dia 6 de agosto de 1946. A partir dos 16 anos de idade sua habilidade em escrever fez com que  algumas de suas crônicas fossem publicadas no Jornal “A Notícia” De Joinville-SC.

Redigiu e publicou vários artigos nos jornais “Planeta Notícias”, ”A tribuna” e “Jornal O Município”  de Brusque-SC. Conhece 66 países. Fala Português Espanhol e Alemão.
 
Dentre as demais publicações listamos: –


“Bom Humor, Santo Remédio”, 

 “A Cura”.  

“20.000 Km pela América” .  

“O Caminho do Conhecimento”.  

“A Luz Que Está Em Nós Nos Guia”.   

“Fé, Esperança e Caridade”. 

 “O Resultado do Justo Equilíbrio entre o Material, o Moral e o Espiritual”.

“ALASCA VIA TERRA DO FOGO” – Livro narrando uma viagem fez de camionete, durante 180 dias, percorrendo 17 países.

Recebeu o Certificado de Membro do Circulo Universal Des Ambassadeurs De La Paix – Paris – França 14/11/2013.

Ocupa, na Academia de Letras e Artes Pela Paz, no Rio de Janeiro, a cadeira 48 da Patronímica Anita Garibaldi. 

Membro do Conselho Superior Internacional da Academia de Letras do Brasil.                                   
Sócio Honorário da Associação de Jornalistas e Escritores do Brasil - Pernambuco.                                       

 Imortal da Academia Luso Brasileira de Letras do Rio Grande do Sul. 



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