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Crônica: INTUIÇÃO PARA ESCREVER - Revista CARTUM INTERATIVA nº 182.

 Por: Aldo Maes dos Anjos (autor da Revista CARTUM INTERATIVA) 

 

A caneta não é um simples objeto. Quando segurada com convicção, ela pode se transformar em uma antena receptora de novas ideias, originais e inspiradoras, nunca antes desfrutadas na história das páginas impressas. Isso pode se aplicar igualmente aos teclados e às telas com "touch", atualmente, bem como aos sinais de fumaça indígenas, etc.


Porque segurar uma caneta qualquer um segura, até mesmo um chimpanzé, se ensiná-lo direitinho. Mas daí a fazer um bom uso desta ferramenta mágica existe um abismo. É preciso antes de tudo ter uma boa noção do que eu estou fazendo no universo neste exato momento, aqui e agora e, tendo essa informação bem resolvida na mente, vamos provar que realmente temos esta noção, demonstrando através dos rabiscos que saem da ponta da nossa caneta. Bem lá no fundo da nossa alma, a gente reconhece aquilo que realmente tem algum valor.

Eis que a caneta foi segura de maneira suave, sem fazer muito peso, e a cabeça está tranquila, livre de chateações ou preocupações. Pois a nossa vibração atual é fruto daquilo que estávamos pensando antes, por tempo prolongado. Então se queremos estar preparados para fazer um bom uso da caneta, é necessário que nossa vibração seja igualmente suave, sem fazer muito peso, desde algumas horas antes da escrita, se possível dias ou até meses. Isso se consegue com pensamentos pacíficos de: gratidão, perdão, compreensão, etc, pelo menos por algum tempo antes de começar a escrever. Quando terminar de escrever, pode voltar para as suas mágoas e lamentações... se quiser.

Tudo é uma questão de vibração. Se o pensamento estiver mais próximo da harmonia, a intuição será cristalina. Se o pensamento estiver caótico, não se conseguirá nem ao menos manter o foco. Vale a pena usar técnicas de respiração lenta, meditação, ássanas de Ioga, Pranayamas ou tudo que nos leve a concentrar a mente e mantê-la em equilíbrio, ao menos quando empunhar uma caneta, dedilhar um teclado ou tocar uma tela.



Quando bater a vontade de registrar um texto, sempre é bom se preparar: respirar profundo, se acalmar, reduzir a agitação da mente, analisar o tema proposto, refletir por um momento e depois disso tudo mandar brasa! Largar tinta no papelou fonte no monitor, sem dó nem piedade, pois estamos mais propensos e ser bem sucedidos na transmissão de uma ideia, do que estaríamos se estivéssemos tristes ou rabugentos.

Vale a pena tentar essas práticas aqui mencionadas quando pensar em escrever. E vale ainda mais a pena ficar suave mesmo que não venha a escrever depois, sem fazer muita força, definitivamente.

 

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